Repertório


Häendel — O mio signore (Platano Amato)

Conjuntamente com Bach, de quem é contemporâneo e quase conterrâneo, Häendel é o expoente da música do período musical conhecido como Barroco, que decorre no século XVII e metade do século XVIII.

A pequena ária, contrafeita com texto religioso, muito conhecida em transcrições exclusivamente instrumentais, é extraída de Xerxes, uma das suas muitas óperas, composta e dirigida por ele mesmo, em Abril de 1738.











Schubert — Ave Maria

O Ave Maria é uma canção (lied) que Schubert musicou sobre a tradução alemã de um poema do inglês Walter Scott “The Lady of the Lake”, de 1810. Alguém lhe adaptou o texto mariano.

A importância dos "lieder" na obra de Schubert assemelha-se à de Beethoven nas suas Sinfonias, de quem dizia: “o que se pode mais fazer depois dele?”









Alleluia: um pequeno Cânone de Mozart (Cânone é uma melodia que permite ser cantada por diferentes grupos a iniciarem sucessivamente)


Gounod / Bach — Prelúdio nº 1/Ave Maria

Compositor francês, Gounod viveu entre 1818 e 1893.

Méditation sur le premier Prélude de Bach é o que vulgarmente se conhece como o Ave Maria. Data de 1852, e não passa de uma melodia sobre um Prelúdio de Bach (Prelúdio nº1 do Cravo Bem Temperado) que Gounod fez como exercício de composição. Alguém, de quem se perdeu o nome, acrescentou, mais tarde, o texto mariano.










Schubert – Zum Sanctus (Heilig)

Retirado de uma obra a que o compositor chamou «Cânticos para uma Missa alemã», composta nos finais do Verão de 1827 (ano anterior à sua morte), para vozes, órgão, instrumentos de sopro e timbales. Foi-lhe encomendada por Philipp Neumann, autor do texto, que lhe pagou cem florins pelo trabalho. Na época, não foi autorizada a sua interpretação nas Missas, embora o Consistório vienense tivesse autorizado o texto e mesmo a sua publicação.


Cesar Franck — Panis Angelicus

Nasceu na Bélgica, em 1822 e morreu em Paris, a 1890.

As suas capacidades de improvisador fazem com que outro grande compositor, Liszt, lhe ter comparado o talento ao de Bach, também ele um exímio improvisador ao órgão.

Este Panis Angelicus é uma obra de grande religiosidade e o seu texto é retirado de um dos hinos da liturgia da procissão da festa do Corpo de Deus (Sacris solemnis)










Häendel — Canticorum

A par do Messias, Haendel compôs o Oratório Judas Macabeu, no verão de 1746. Judas Macabeu encabeçou a luta israelita contra a ocupação síria. Este hino, introduzido na obra posteriormente, em 1750, foi composto para o Oratório Joshua (1748). Canta a chegada do herói (Judas), após a vitória decisiva de Cafarsalama. Para lhe conferir um sentido mais litúrgico e universal, é cantado em latim (O original, naturalmente, é inglês: See the conqu’ring hero comes!)


Salve Regina — gregoriano

A mais divulgada das quatro Antífonas a Nª. Sra, provavelmente composta, nos finais do sec. XI, por um monge alemão, Hermann von Reichenau. Pertence à última hora do Ofício Divino (Completas), cantando-se (rezando-se) entre a festa da SS. Trindade (1º domingo a seguir ao Pentecostes) e o sábado anterior ao 1º Domingo de Advento (4 semanas antes do Natal).










Mendelssohn — Marcha Nupcial

De entre as variadas composições de Mendelssohn, figura música para teatro. A mais conhecida é a música que compôs para a peça de Shakespeare "Sonho de uma Noite de Verão" (A midsummer night's dream). A Marcha Nupcial (música nº6) pertence a um dos quadros desta comédia.

A utilização desta peça para as cerimónias de casamento, começou em Inglaterra, em 1847, e este costume recebeu um maior impulso quando foi usada em Windsor, no casamento da filha da rainha Vitória.

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